Filhos dos Três Grandes

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Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Zeus em Sab Mar 10, 2012 3:28 pm

A partir de agora, para ser filho dos três grandes, será feito um concurso mensal. Eis o concurso de Março:

Para ser o próximo filho dos 3 Grandes, você deverá criar um MVP sobre sua chegada ao acampamento. Sem habilidade nenhuma, e deve enfrentar o monstro com armas mortais. No fim, você deverá chegar ao Acampamento e ser reclamado. Boa Sorte.
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Re: Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Alec Apollon em Qua Abr 04, 2012 1:57 pm

Nome: Alec Apollon
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Teste Para Filho De Hades

E o sinal tocou. Outro dia chato naquela escola de riquinhos metidos e estúpidos. Não entendia por que minha avó queria tanto que eu fosse pra lá. Era estranho, eu me sentia como um alien no meio de tantas pessoas diferentes. Todos aqueles garotos e garotas de terno azul escuro, camiseta branca, e gravata listrada em vermelho e branco simplesmente não eram a minha praia! Para falar a verdade, eu preferia as escolas públicas de Nova York, afinal, eu sempre gostei de usar meu cinto de arrebite, minhas calças rasgadas e minhas camisetas pretas do kiss e do AC/DC... Não esse velho uniforme brega. Mas apenas uma coisa é igual nesta nova escola, as aulas. Sempre extremamente chatas, como na minha antiga escola. Aritmética, Gramática, Narração, Física avançada, Biologia avançada, etc. Tudo aquilo já dava medo só de ler o nome; Mas mesmo assim, mesmo possuindo coisas em comum, aquela escola me dava agonia... Aqueles corredores de piso brilhante, os armários organizados, os alunos andando calmamente, sem o "empurra-empurra", sem as brigas, sem a correria, eu não estava nada familiarizado com isso. Mas por mais que eu quisesse passar batido no meio de tantas pessoas, eu sempre era alvo dos outros alunos. Sempre taxado de problemático pela coordenadora, e muitas vezes fui mandado ate a sala do psicologo. Eu só tinha feito uma amiga desde que chegara a este colégio, nada menos que dois meses.
- Anda, Alecto... Ela já vai entrar na sala. - alertou-me Diana, a típica "riquinha-revoltada", que odiava ter muito dinheiro. E justa mente por isso ela era a boa - e única - amiga que eu tinha.
Suspirei ao ouvir ela chamando-me por meu apelido de infância. Desde que ela ouvira minha avó me chamando assim, ela repetia incontáveis vezes esse nome, eu fiz de tudo para ela parar, mas nada dava certo. Revirei os olhos e por fim, peguei o livro de Física de meu armário e me virei para ela.
- Vamos, Lady Meulbourn. - Falei, com um leve sotaque aristocrata. Ela bufou e saiu andando. Seus cabelos longos e encaracolados balançando de um lado para o outro. Acompanhei seus passos vagarosamente. Quando por fim chegamos na sala, a Sra. Nightmare - a pior professora da terra - já estava lá. Ela nos olhou com a reprovação presente naqueles olhos arrepiantes.
- Eu deveria não deixá-las entrar, senhores. - Falou, enquanto eu e Diana revirávamos os olhos e nos dirigíamos às últimas carteiras vagas, no fundo da sala. A Sra. Nightmare nos observava com ira. Encarei Diana e vi o puro medo em seu olhar. O que me fez querer rir. Eu simplesmente havia aprendido a ignorar situações onde pessoas normais teriam medo. Sentei-me, baixei a cabeça, e acabei adormecendo. Acordei algum tempo depois, com um grito profundo da Sra. Nightmare.
- Senhor Apollon! - Sua voz ecoou na sala. Levantei a cabeça e tirei alguns fios de cabelos do rosto. Olhei de lado e vi alguns alunos no canto, rindo de mim. - Como estava o sono? - Perguntou, a raiva agora havia se espalhado pelo seu corpo inteiro e o fazia tremer.
- Péssimo... - respondi cinicamente- Tive um pesadelo... A senhora estava fazendo um strip e eu estava morrendo... - Respondi, meio grogue. Ouvi a risada escandalosa de Diana, e alguns risinhos vindo de uns alunos da frente. A Sra Nightmare estava vermelha como um pimentão e me mandou sair de sala... como sempre me mandou para a diretoria. Levantei da minha carteira, dei um leve aceno para Diana e sai da sala. Claro que eu não iria para a diretoria.

Depois de andar um pouco pelos arredores do campus, sentei-me na grama do jardim frontal. o Lugar perfeito para você se esconder, pois as copas das grandes arvores bloqueavam a visam esterna. Joguei a cabeça para trás e fechei os olhos, para protegê-los do Sol.

Até agora, tudo corria bem, mais um dia naquela escola chata, mais um dia de aulas perturbantes, tudo parecia normal, mas com certeza, aconteceriam coisas que eu não esperava. Dei a última mordida na minha maçã quando Diana me cutucou com força.
- Acho que a Lady deveria ser mais gentil com seu humilde servo. - Reclamei. Ela bufou e me cutucou com mais força.
- Pare de me chamar de Lady, Alecto - Foi a vez dela reclamar. Acho que eu não estava num dia muito bom, porque me virei para ela e segurei sua mão com força.
- Então para de me chamar de Alecto, Lady! - Falei. A fúria em meu corpo era grande, eu tinha certeza que a aura que emanava de mim não era nada gentil. Diana fez cara de choro e sussurrou:
- Ai! esta me machucando. - Soltei seu pulso e vi a grande marca vermelha nele. Ao ver aquilo entrei em choque. Como eu poderia ter machucado a unica pessoa que esteva comigo nessa droga de colégio?
Sai dali o mais depressa possível. Eu só queria me afastar um pouco, tomar ar, ficar sozinho.
Eu me lembro de correr... Correr bastante e por fim... Cair.
Alguma coisa puxou minha perna com força. Olhei para baixo e percebi: A mão que forçava-me, era esquelética, puro ossos. Outra mão surgiu, outra e depois mais outras. Em poucos segundos, grandes esqueletos de armadura puxavam-me para uma vala obscura que surgira do nada onde eu estava.
Eu estava desesperado, queria gritar por ajuda, mas minha voz ficava presa em minha garganta. Meus membros debatiam-se loucamente contra as terríveis mãos. Um esqueleto empunhou sua lâmina contra meu pescoço e a forçou. Pude sentir o liquido quente e escarlate descendo por meu corpo quando um garoto alto, de olhos muito azuis e empunhando um lâmina muito parecida, mas dourada, cortou a cabeça do esqueleto fora. O que fez a criatura desmaiar e soltar meu corpo inerte ao chão. E então, tudo ficou escuro.


Acordei deitado em uma cama grande, cada músculo de meu corpo doía bastante. Tentei sentar-me mas uma mão quente me deteve.
-Precisa ficar quieto - Falou o garoto de lindos olhos azuis. - Ainda esta muito machucado. - Ele virou-se pegou um copo, colocou em minhas mãos e ajudou-me a beber. - Beba tudo, isso é néctar, vai ajuda-lo a recuperar-se.
- O que é nectar? - Perguntei. Mas aquela é só o inicio de diversas outras duvidas. - Quem é você e o que foi aquilo que aconteceu comigo? Onde eu estou?
O Garoto sorrio para mim e ajudou-me a tomar mais um gole do conteúdo do copo.
- Já ouviu falar em Deuses Gregos e do acamamento meio-sangue?
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Re: Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Poseidon em Qua Abr 04, 2012 2:57 pm

Aprovadíssimo! Teste perfeito!

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Re: Filhos dos Três Grandes

Mensagem por Enrique d'Orgeron Ebanue em Sex Abr 06, 2012 9:17 pm

Nome: [ Enrique d'Orgeron Ebanue ]
Pai/Mãe Olimpiano: [ Hades ]
Presente: [ Espada da Morte - Uma grande espada negra com lâmina dupla que serve para matar mortais e/ou semi-deuses ]

▄▄▄▄▄▄ Teste ▄▄▄▄▄▄

Eu estava voltando da escola. A tarde estava úmida e nublada, como eu gostava. Algumas pessoas me achavam estranho, afastado e eu era meio anti-social. Mas quando digo meio, eu quero dizer meio mesmo. Lentamente fui me tornando mais popular do que eu esperava, não que eu gostasse de ser cercado por pessoas por todos os lados, devido ao fato de que algumas vezes gostava de ficar sozinho na minha, mas me sentia bem ao lembrar que as pessoas sabiam meu nome e me conheciam.

Era meio encrenqueiro, sempre fui e era difícil me adaptar bem as escolas que visitava, aquela era a... quinta que eu estudava em três anos. Raramente fazia um amigo e aquela era, definitivamente, a primeira onde era popular. E eu, sinceramente, estava gostando de me sentir incluso. Na verdade, as pessoas evitavam se aproximar por meu histórico de irritabilidade, aparente esquizofrenia e principalmente as confusões que eu atraía feito um ímã. Eu ia me perguntar o porque de todas essas confusões que causava quando meus pensamentos foram interrompidos por uma pessoa gritando meu nome.

Enrique! - eu conhecia aquela voz e me detive quando a ouvi.

Era Harry, um cara um pouco mais popular do que eu. Ele era alto, cabelo loiro, olhos azuis, gostava de esportes, mas acima de tudo, era fera na maioria das matérias, principalmente geografia e história. Eu gostava dele, o achava tão inteligente e tão legal, sociável, mesmo que não combinássemos muito no fato dele gostar de esportes e eu não ser tão bom assim em habilidades desportivas. Ele se aproximou de mim.

Oi Harry. Algum problema? - eu disse, virando-me nos calcanhares.

Não, nenhum, eu só... pensei em ir embora com você. Não tenho ninguém pra ir embora comigo e a gente mora em ruas próximas, lembra? Você se importa?

Eu dei uma risada e balancei a cabeça negativamente.

Imagina cara, seria um prazer.

Ele sorriu e nós começamos a andar. Ele ficou calado por alguns segundos e então olhou para minha jaqueta de moletom e comentou:

Você não sente calor com essa jaqueta não, cara? Eu acho que fritaria aí dentro.

Não, nem sinto não. Quer dizer, hoje eu não estou sentindo não, mas quando tá muito calor eu tiro a jaqueta. Porém como eu gosto e hoje não está aquele calorão que me impede de usar roupas mais pesadas resolvi usar.

Eu tinha muitas blusas de moletom. A que estava usando no dia era uma de minhas preferidas. Azul clara e fina, com alguns detalhes pretos. Eu olhei as roupas dele, eram sempre na mesma base. Regata ou blusa de manga não muito longa, bermuda de tecido fino e tênis. Raras vezes o vi usar calça ou blusas de manga longa.

E você? Não sente frio com essas suas roupas de verão, não?

Algumas vezes, mas o esporte dá muito calor, então quando esqueço a roupa de Educação Física, não incomoda tanto. Mas durante o inverno, uso mais grossas e se estiver realmente muito frio uso uma calça e uma blusa de manga longa.

Conversamos mais um pouco sobre amenidades, o tempo, as aulas, garotas, esportes, jogos, filmes até nos aproximarmos da esquina que dividia nossas ruas, a casa dele era no meio da que ficava a direita e a minha era perto da esquina da que se encontrava a nossa frente.

Então até amanhã Rick - o Harry disse.

Hey cara, por que não passa lá em casa? Eu estou com dificuldades em história e geografia e queria que você me ajudasse.

E sua mãe, ela não vai se importar?

A Sra. Ebanue? Nada, ela gosta que eu leve amigos lá em casa. Vamos, por favor.

Ele sorriu e suspirou, vencido. Nós fomos em direção a minha casa, durante o pequeno trajeto ele me perguntou quais os assuntos que sentia mais dificuldade. Eu o respondi e terminei de citá-los quando chegamos em frente a porta da minha casa. Eu peguei a chave dentro da mochila e abri a porta. Assim que adentramos eu estranhei minha mãe não estar na cozinha, fazendo o almoço.

Mãe? A senhora está aí? - eu disse, andando até a cozinha - entra aí Harry.

Eu coloquei as chaves em cima do balcão e a mochila e jaqueta em cima do sofá. Chamei minha mãe novamente e ouvi um barulho estranho vindo de cima.

Quando eu estava prestes a subir as escadas minha mãe desceu correndo por elas, com diversos cortes no rosto e nos braços e sangrando muito. Harry se virou e pensei que ele iria ir embora, mas ele abriu sua mochila rapidamente e de lá de dentro tirou uma coisa delgada e brilhante que eu nem tive tempo de identificar.

Enrique... eles chegaram - minha mãe disse, fraca. Estranhamente, ela olhou para mim quando disse meu nome, mas me pareceu olhar para Harry quando avisou que "eles" chegaram.

Ai, que droga! Vamos Enrique, não temos tempo. Quem está aí Sra. Ebanue?

Uma... uma das aladas.

'Ele' mandou uma... Benevolente?

Não, as meio-águias. Rápido filho da Sabedoria!

Eu não estava entendendo nada, mas nem tive tempo de pensar, Harry já foi correndo até a cozinha ao lado e abriu todas as gavetas, as virando sobre o balcão da cozinha. Começou então, a vasculhar todos os itens que encontrou por ali.

Deixe-me ver... por favor, me ajude gentil senhora, minha progenitora. - ele foi separando diversos itens e pegou todos, os guardando em sua mochila. Pude identificar facas, garfos, colheres de pau e espátulas.

O que você está fazendo? Vocês dois estão loucos? O que aconteceu mãe? Para quê você quer essa faca bonita Harry? Por que pegou esse monte de coisas estranhas? O que tem lá em cima? Me respondam!

Enrique, não é a hora das perguntas, isso tudo pode ser respondido quando a gente chegar lá no Acampamento - ele colocou a própria mochila nas costas e me entregou a minha, depois se aproximou de minha mãe - a senhora segurou ela muito bem, pelo visto. Preciso do carro, a colina está muito longe.

Minha mãe pegou a chave do nosso Citroën C3 e entregou-a ao Harry, ele, por sua vez, sorriu e disse:

Prometo que vou cuidar de ambos. Não morra, por favor, não quero nenhuma história trágica e arriscada se repetindo - Harry pareceu ter uma má lembrança e eu um mal pressentimento ao pedido dele; "Não morra"?! - bem, vamos indo Enrique, rápido, perguntas serão respondidas do carro.

Eu não sei o que deu em mim, porém obedeci e parti atrás de Harry. Mas parei na porta, voltei e abracei a minha mãe. Sussurrei "Te amo muito" no ouvido dela e parti para a rua.

Entrei no Citroën no lado do passageiro, enquanto Harry já me esperava no lado do motorista. Nós dois já tínhamos idade legal para dirigir, mas aparentemente apenas ele sabia.

Harry, quem é você?

Harry Astane, filho de Atena, deusa da sabedoria e experiente campista do Acampamento Meio-Sangue.

Eu assenti, tentando absorver tudo aquilo e depois tentei sanar minha maior dúvida:

E quem... quem sou eu?

Ele olhou para mim rapidamente e sorriu, virando mais uma esquina.

Você é Enrique Ebanue, filho de Hades, senhor do mundo inferior e futuro campista do Acampamento Meio-Sangue. E continuaremos sendo quem somos se sobrevivermos aquela coisa lá trás.

Olhei para trás e todo meu corpo tremeu quando avistei um ser estranho voando em nossa direção, a cerca de trinta metros e gritando como uma ave esganiçada.

⋐══⋑
Eu estava muito tonto. O carro da minha mãe estava estacionado a distância, Harry preferira deixá-lo ali para evitar um acidente mais grave. Nós já estávamos bem distante de lá de casa. Eu ficara desmaiado por um bom tempo e agora que acordara estava tonto e Harry estava com a testa sangrando e arfando, mas destruíra com muito esforço uma das Harpias que viera nos caçando.

Eu olhei para frente e depois para trás, Harry empreendia uma tentativa esforçada de matar o monstro, enquanto eu estava ali, tonto e deitado na relva. Mas eu ainda podia ajudá-lo e ele sabia disso. A mochila de Harry estava a sete centímetros de meu rosto, sem dúvida, ele a posicionara ali de propósito. Eu enfiei a mão dentro dela e peguei duas facas estilo chef. Sorri, se as aulas rápidas de "UPAB" como o Harry chamou abreviação de "Uso Prático de Armas Brancas" fossem realmente aplicáveis, eu poderia abater aquela Harpia.

Me levantei lentamente, com a mochila do Harry aberta em minhas costas e comecei a andar silenciosamente até a Harpia. Harry pareceu notar que eu me levantei e sorriu, tentando distrair o monstro. Eu me aproximei por trás e com um golpe só fiz um longo corte na asa dela. Ela gritou e se virou, suas garras agarraram meu ombro e penetraram nele impiedosamente, me levantando e depois me lançando a cinco metros de distância. Eu me levantei e notei que uma das facas caíra aos pés do monstro. Segurei meu ombro, sentindo o sangue no tecido da minha camisa.

Harry iria vir em minha direção, mas parou quando viu eu me levantar. Andei até a Harpia e me preparei para desferir outro golpe, quando ela voou até minha direção e com um empurrão ela me lançou ao chão. Eu caí sentado e vi ela se aproximar rapidamente. Sabia que não teria tempo de me levantar e atingir sua cabeça com um golpe, então o desferi em sua perna. Ela se abaixou e agarrou meu pescoço, me erguendo. Ela iria desferir um golpe fatal, mas antes disso arregalou os olhos. Eu sorri e olhei para a faca que acabara de penetrar em seu peito. Ela gritou e explodiu em pó e fumaça.

Caí no chão e minha visão escureceu, só me lembro de Harry se aproximando.

⋐══⋑
A minha volta estava muita gente. Me encontrava em um quarto luxuoso, deitado em uma cama confortável e tinha um gosto doce em minha boca. Vi que Harry estava sentado a minha esquerda, eu sorri para ele e perguntei.

Onde estou?

Ele sorriu e respondeu simplesmente com:

Seja bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue, Enrique Ebanue, honorário filho de Hades.
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